Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Abensonha-me. Por favor.

https://recitarte.blogs.sapo.pt/dia-da-crianca-5647
Jesuítas em Portugal 24 Maio 2018 https://pontosj.pt/especial/nao-somos-sozinhos-nao-morremos-sozinhos/ O Parlamento prepara-se para discutir, no dia 29 de maio, quatro Projetos de Lei que pretendem regular a prática não punível da eutanásia. Os Jesuítas em Portugal entendem ser seu dever tomar uma posição pública sobre esta questão. Um debate insuficiente O Parlamento prepara-se para discutir, no dia 29 de maio, quatro Projetos de Lei (PAN, BE, PEV e PS) que pretendem regular a prática não punível da eutanásia em casos de lesão incurável e de doença grave sem perspectiva de cura. Este debate surge na sequência de uma Petição Pública dirigida à Assembleia da República em fevereiro de 2016, assinada por diversas personalidades que pediam a “despenalização da morte assistida”. Era intenção dos seus signatários alertar para o sofrimento e solidão que tantos experimentam na fase terminal da vida. Sofrimento que, em caso algum, podemos julgar. Com a legitimidade que l...
Quando fecho os olhos volto aos meus lugares felizes Inevitavelmente volto sempre aqui

Coisas que têm quereres

(...) Mas é preciso morrer e nascer de novo semear no pó e voltar a colher há que ser trigo, depois ser restolho há que penar para aprender a viver e a vida não é existir sem mais nada a vida não é dia sim, dia não é feita em cada entrega alucinada p'ra receber daquilo que aumenta o coração Restolho, Mafalda Veiga

Guardar só o que é bom de guardar

Pé-descalço, alma-na-lua

A sede do silêncio é um fruto do silêncio. A sede da palavra nasce da palavra que nasce do silêncio. A necessidade do silêncio é uma necessidade da palavra que (não) se perde na palavra. Distância, deserto, de árvore em árvore, a eterna sede, a sede do eterno, da frugal transparência do efémero. Terra, toda a distância da terra em cada sílaba, em cada vocábulo sem água. A página é deserto e caminho errante, obstinado. O horizonte do deserto anula a miragem, nega o imaginário. A sede da página é sede da ausência e sede da palavra do horizonte. A ausência é a segunda dimensão do dia, o outro lábio da terra, a verdadeira voz do vocábulo. antónio ramos rosa vagabundagem na poesia de antónio ramos rosa seguido de uma antologia casimiro de brito quasi 2001