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A mostrar mensagens com a etiqueta ver para além do olhar
Na nossa cultura é muito comum ensinar-se que o sucesso é ser melhor que os outros. Mas é mentira. O sucesso é dar o meu melhor. Se der o meu melhor, posso dormir descansado. E os resultados talvez não sejam os que eu gostaria. Talvez não seja premiado, elogiado, aplaudido. Mas isso são preocupações de quem precisa de ficar bem perante os outros. O sucesso de uma pessoa livre é conseguir dar o seu melhor, aqui e agora. Ver para além do olhar  https://www.facebook.com/verparaalemdoolhar/
Quando perdemos tudo, podemos sentir-nos reduzidos a cinzas. E essas cinzas, parecendo nada, podem, afinal, revelar a essência do que somos - que é algo que vai para lá do nosso corpo, posses, relações, para lá daquilo que possamos ter ou fazer. Quando sentimos perder tudo, além da dor da perda, recebemos uma luz incisiva que nos revela algo de precioso sobre nós mesmos: podemos estar muito perto de nos ligar com o essencial. E quando, finalmente, nos ligamos ao essencial já não temos nada a perder: nada tememos; passamos a viver levados nas asas da providência. João Delicado Ver para além do olhar - Página Facebook
Quando Pedro diz “eu não conheço esse homem”, no fundo, está a dizer: “eu não me reconheço nesse Jesus Cristo frágil, vulnerável, impotente; não me reconheço nesse Jesus que se cala, e se deixa prender e maltratar”. E quem se poderia reconhecer em tal figura? A nossa tendência natural é juntar-nos aos fortes, aos poderosos, aos vencedores; temos aversão a toda a vulnerabilidade. Isso mostra como Jesus Cristo nunca poderia ser invenção humana. Nunca nos atreveríamos a pensar um Deus assim. Por isso, o melhor a fazer será: suspender o juízo, aceitar o incompreensível e acompanhar os acontecimentos: talvez aí a realidade nos alcance e nos dê a ver o que nunca vimos. Ver para além do olhar - Facebook
Somos capazes de tudo, mesmo tudo, para escapar à dor. Até criar mundos paralelos. Resultado? Evadimo-nos da nossa interioridade e declaramos guerra à realidade. Com isso entramos em sofrimento e semeamos sofrimento à nossa volta. E enquanto teimamos nisso a situação arrasta-se: porque aquilo a que resistimos, persiste. Aquilo que não aceitamos, prende-nos. Aquilo de que fugimos, persegue-nos. E, enquanto preferimos gastar energias nessa resistência, nesse braço de ferro, nessa fuga, tudo bloqueia. A solução? É simples: devo aprender a aceitar, integrar e atravessar as dores próprias do caminho. Ver para além do olhar (facebook)
Um das mais importantes ferramentas da interioridade é o ato de deixar que as coisas sejam como são. E talvez não haja tempo mais apropriado do que este para deixar que cada coisa seja como é: deixar que o Sol seja Sol; deixar que o frio seja frio; deixar que Deus seja Deus; deixar que aquela pessoa seja como é. Não é um deixar permissivo ou complacente: é um deixar integrador e celebrativo que nos permite ser como somos, com as pessoas e as coisas, que são como são. E quando cada coisa é como é, a verdade, a paz, a alegria acabam por vir ao de cima. É a esse nascer por dentro - fruto da aceitação - que todos somos convidados. Ver para além do olhar - facebook