Ninguém nos disse que a nossa conversão seria instantânea. Se não é instantânea, é lenta, pensemos nós.
A conversão não é, e nunca foi, uma caixa de velocidades, onde se mete a quinta e não há quem nos agarre.
A conversão (a nossa e a de todos) respira e vive ao sabor do tempo, de forma pausada e súbtil. A conversão tem tempo para observar e percorrer. Cria raízes sem se instalar. Vive na urgência, mas não tem pressas. É fecunda porque não se prendeu à eficácia.
Que a nossa conversão seja portanto, ao nosso ritmo e ao ritmo de Deus, porque não há outro. E que seja vivida com gozosa paciência.
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