“Entre dois caminhos semelhantes, deixo que meus pés façam a escolha. Permitir que o coração ou a cabeça interfiram é pensar que a vontade é onipotente. De um modo misterioso, meus pés sabem mais sobre os caminhos do mundo do que meus pensamentos, porque o corpo tem uma sabedoria que a consciência não possui. Por isso, prefiro ser escolhido a escolher, como o amor de quem não sabe porque ama.”
Luiz Carlos Lisboa
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