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Cuidado com os rótulos

Is the length of the tabletop on the left any different than the width of the tabletop on the right? In this optical illusion by Roger Shepard -“Turning the Tables”, the dimensions of the tabletops are amazingly the same!

Tratar dos doentes ou cuidar dos doentes?

Sentíamo-nos estafados. Tínhamos que erguer muito os joelhos para desenterrar os pés. Iria chegar tarde ao doente. Mais uma vez me atormentava não o ter continuamente debaixo de vigilância. Cada doente em perigo era uma razão de angústia: desejaria colocar-me no seu lugar, chamar a mim o seu sofrimento, para reagir com alma contra a doença; desejaria vê-lo ao meu lado, dia e noite. O doente do hospital era um caso clínico, uma cama numerada; cá fora, no meio familiar, era uma coisa humana, que nos dizia intimamente respeito, que dependia de nós e nós dele. In: Fernando NAMORA, Retalhos da Vida de Um Médico (p.64). Lisboa: Editorial Inquérito. 1949.
Não me procures ali Onde os vivos visitam Os chamados mortos. Procura-me Dentro das grandes águas Nas praças Num fogo coração Entre cavalos, cães, Nos arrozais, no arroio Ou junto aos pássaros Ou espelhada Num outro alguém, Subindo um duro caminho Pedra, semente, sal Passos da vida. Procura-me ali. Viva. Hilda Hilst (1930-2004)

Não sei quem escreveu, mas gosto. Muito ;-)

http://zenpencils.com/comic/83-howard-thurman-ask-yourself/

É por isto, não é por mais nada...

"O Médico Que Só Sabe de Medicina, nem de Medicina Sabe" Abel  de Lima  Salazar (1889-1946)
Um dia, uma experiente psiquiatra encontrou uma pessoa que lhe pareceu excepcionalmente saudável e equilibrada. Ansiosa, e estafada de neuroses e psicoses, perguntou-lhe: «Como era a sua mãe?» Em vez das respostas mais comuns - «A minha mãe era uma pessoa muito...», ou «A minha mãe amava-me muito, mas...», «A minha mãe fez tudo por mim...» - a psiquiatra ouviu:  «A minha mãe amava a vida» - Não há famílias perfeitas - Marta Gautier