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Alicia Keys - 'Holy War' Live

If war is holy and sex is obscene Then we got it twisted in this lucid dream Baptized in boundaries, schooled in sin Divided by difference, sexuality and skin So we can hate each other and fear each other We can build these walls between each other Baby, blow by blow and brick by brick Keep yourself locked in, yourself locked in We can hate each other and fear each other We can build these walls between each other Baby, blow by blow and brick by brick Keep yourself locked in, yourself locked Maybe we should love somebody Maybe we could care a little more Maybe we could love somebody Instead of polishing the bombs of holy war What if sex was holy and war was obscene And it wasn't twisted, what a wonderful dream Living for love, unafraid of the end Forgiveness is the only real revenge So we can heal each other And feel each other We can break these walls between each other Baby, blow by blow and brick by brick Keep yourself open, yourself open We can heal each other And feel each oth...

Viver a fé exige poesia.

Viver a fé exige poesia. Parece-me que ser homem ou mulher de fé implica entranhar na beleza de pequenos nadas, do quotidiano, em conjunto com a brutalidade dos acontecimentos locais e universais. A bomba que cai em sítios longínquos estilhaça em ecos nas nossas vidas, tanto pela ignorância, como pela dor provocada nos gritos ensurdecidos das crianças, de cá e de lá. E o sol insiste em nascer, tal como a chuva cair, sobre cada ser humano. Quem vive fé, deixa-se entranhar por esse sentir da Vida que não se cansa de nos anunciar Paz, a começar em cada coração. É uma aventura tremenda, de nos pormos diante de Deus, silenciando e escutando o pulsar que nos ajuda a encontrar a cura das feridas da memória e, assim, empurrar à Vida maior. É preciso dar-se tempo, voltando à peregrinação de terra batida, onde os passos são dados à medida da necessidade dessa escuta. Em paragens de se dar conta do aqui e do agora, sem angústias de passado, nem ânsias de futuro. Que posso fazer? Que posso, realme...

Deus vem

(...) No Advento a liturgia repete-nos com frequência e garante-nos, quase que a vencer a nossa natural desconfiança, que Deus "vem": vem para estar connosco, em qualquer situação; vem para habitar no meio de nós, para viver connosco e em nós; vem preencher as distâncias que nos dividem e nos separam; vem para nos reconciliar com Ele e entre nós. Vem à história da humanidade, bater à porta de cada homem e mulher de boa vontade, para dar aos indivíduos, às famílias e aos povos o dom da fraternidade, da concórdia e da paz. Por isso, o Advento é por excelência o tempo da esperança, no qual os crentes em Cristo são convidados a permanecer em expectativa vigilante e laboriosa, alimentada pela oração e pelo compromisso efectivo do amor. Que o aproximar-se do Natal de Cristo encha os corações de todos os cristãos de alegria, de serenidade e de paz! Para viver de maneira mais autêntica e frutuosa este período de Advento, a liturgia exorta-nos a olhar para Maria Santíssima,...
Uma vez um homem encontrou duas folhas e entrou em casa segurando-as com os braços esticados dizendo aos pais que era uma árvore.  Ao que eles disseram então vai para o pátio e não cresças na sala  pois as tuas raízes podem estragar a carpete.  Ele disse eu estava a brincar não sou uma árvore e deixou cair as  folhas.  Mas os pais disseram olha é outono  Russell Edson
"Não é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso, entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus." CLARICE LISPECTOR