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Viver no balanço instável de não saber qual é o próximo encontro, da agenda desafiada pelo inesperado de cada dia. Viver de passos trocados pelo que nos assombra e deixa perplexos. E, em tudo, buscar o silêncio que nos protege de nós, que nos protege de tudo o que nos divide, ainda que, às vezes, desabemos em gritos que não se sabem calar... e, ao fim, despedirmo-nos com a alegria e o desejo de ser inteiro.



Zé Maria Brito, sj

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