Avançar para o conteúdo principal
– Não fiques a ver-me dançar...
– Porquê? Tu danças bem.
– Não gosto que me vejam dançar. É como se lessem o meu diário. Eu não danço por obrigação social. Danço como forma de expressão, por mais estranha que possa parecer.
– Sim, acho que já consegui perceber isso. E gosto. Gosto quando fechas os olhos e danças como se estivesses sozinha.
– Então vou fechar os olhos...
– Gosto mesmo de te ver dançar.
– Não fiques a ver-me dançar...
– Então vou dançar contigo.



José Maria Archer





http://www.essejota.net/index.php?a=vnrhrlqqvkuivvqluprhrsqhutrhqqqkqruiqjrurprsqvrnvvqnqlqrvrqjrurn

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Creoula

Não há como não ter saudade de estar "no meio do nada" e simplesmente confiar.

Caminhos

Em contagem decrescente