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"Um palácio é bonito, um arranha-céu é grande, uma catedral é imponente, mas uma estrada é viva. Por isso, das construções do homem, talvez seja a estrada a que mais lhe fale ao coração, lhe sugira com aproximação maior o transitório, o inquieto, o rápido da vida. A estrada é o rio sem água; quem desce nele são os viventes. A estrada é o longe e o perto, a presença da distância, o convite à caminhada a aventura, a fuga. A estrada leva e traz, a estrada anda, vive e participa também." Rachel de Queiroz

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