Fica a pergunta a encher cabeças. Cada um dos homens pensa nas suas coisas e o eco das palavras demora-lhes um tempo diferente, por memórias, medo ou poesia. Um eco que é o som depois do som, quando já tudo se calou mas as almas ainda cantam. As almas são de difíceis silêncios.
Debaixo de algum céu,
Nuno Camarneiro
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