Avançar para o conteúdo principal

Cair e rezar para perceber

Houve um tempo, já como jesuíta, que só gostava de falar sobre temas interessantes, profundos, intensos, considerando o banal como algo a evitar. O que interessava era isso: fazer sempre uma viagem ao extraordinário. Como resultado, vinham as frustrações, a sensação de não aguentar tudo, e, pior ainda, o julgamento dos outros: “não estão ao meu nível!”. Levei algum tempo a admitir. De facto, precisei de cair algumas vezes, rezar outras tantas, para perceber que muitas vezes sou eu que não estou ao nível dos simples ou dos que “não são profundos” aos meus olhos. Moral da história (nada bombástica): ainda tenho muito a cair… perdão… aprender.

Paulo Duarte, sj

http://oinsecto.blogspot.pt/2014/05/entre-quedas-e-aprendizagem.html

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Creoula

Não há como não ter saudade de estar "no meio do nada" e simplesmente confiar.

Caminhos

Em contagem decrescente