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Mensagens

A mostrar mensagens de Fevereiro, 2014

+ O Altar +

A nossa Casa

Bom dia!

(Paradoxos)
Não tenho nada contra moluscos mas, no que respeita ao mar da interioridade, demasiadas vezes nos contentamos em ficar a apanhar conchas na praia.
Ver para além do olhar, Facebook

+ Na nossa capela +

Missão País ICBAS'14

Para além do hoje

A reter: Fugimos do passado e temos medo do futuro, o que implica que somos forçados a viver um presente demasiado pequeno. 
Cada vez mais se vive o momento. Fugimos do passado e temos medo do futuro, o que implica que somos forçados a viver um presente demasiado pequeno. 
Os tempos de descanso devem ser ocasião de trabalho interior. Mas, vai sendo cada vez mais raro encontrar gente com memória, assim com também é raro encontrar pessoas com discernimento suficiente para se comprometerem em projetos a longo prazo.
Navega-se à vista... sem riscos, sem sucessos nem fracassos... sem sentido. Vamos dando as respostas mínimas ao mundo e aos outros, em vez de sermos protagonistas dos nossos sonhos e heróis apesar das nossas derrotas. 
O passado e o futuro não são mentira. São partes da verdade. Sou o que fui e o que serei. Uma identidade que vive no tempo, uma coerência que se constrói através diferentes espaços e tempos, amando o que há de eterno em cada momento. Elevando o espírito acima da…
O mais importante na vida
É ser-se criador – criar beleza.
*
Para isso,
É necessário pressenti-la
Aonde os nossos olhos não a virem.
*
Eu creio que sonhar o impossível
É como que ouvir uma voz de alguma coisa
Que pede existência e que nos chama de longe.
*
Sim, o mais importante na vida
É ser-se criador.
E para o impossível
Só devemos caminhar de olhos fechados
Como a fé e como o amor.


António Botto

Um tempo para cada coisa

Diz-se na Bíblia a certo momento: Para tudo há um momento e um tempo para cada coisa que se deseja debaixo do céu. Mas olhando para as nossas agendas, para os nossos compromissos, damo-nos conta que as coisas não são bem assim. Temos tantas coisas e pessoas a quem queremos dedicar a nossa atenção e o nosso tempo, mas o trabalho, as solicitações, os imprevistos, vão adiando o que realmente gostaríamos de fazer. Mas este texto afirma que há “tempo para o que se deseja”. E isso também é verdade. Para o que realmente queremos, encontramos sempre tempo. O coração indica-nos aquilo que merece a melhor parte de nós, talvez não sejam muitas horas, mas bastam uns minutos que nos façam entrar dentro daquilo que é verdadeiramente importante: visitar alguém, passar tempo com os filhos, a mulher ou o marido, ler um bom livro… Há sempre tempo para aquilo que se deseja. O passo mais importante e talvez o mais difícil é que desejemos realmente que esse tempo aconteça.

http://rr.sapo.pt/rubricas_deta…

Acho que não me leva a mal que coloque isto por aqui...

China, once again!

Aprender a ceder

Aos sonhos, como aos pesadelos, chega sempre a hora de acordar. É essencial compreender a realidade, viver de olhos abertos, acolher a simplicidade da vida antes de querer resolver a complexidade do mundo. 
Cada um de nós tem o seu lugar no mundo, talvez a ninguém caiba o do centro. Nas nossas relações com o mundo, com os outros e connosco, é mais sábio aceitar do que impor, admirar do que exibir, amar do que procurar ser amado... 

Viver é aprender a ceder. A libertarmo-nos de nós mesmos. Só o nosso espírito nos pode soltar porque só ele nos aprisiona. Ser autenticamente feliz depende de uma transformação na forma de olharmos o mundo, aceitando-o sem grandes condições e agindo sem precipitações. Cedendo. Cedendo, sempre. Pois que é melhor manter um amigo do que ficar com a razão, mas sozinho. Há que abrir espaços em nós para que a serenidade que assim se alcança convide a felicidade a fazer do nosso espírito morada sua. 
A humildade e a simplicidade são formas de ser, não de parecer.…

Os profetas da nossa terra

A reter:  Amar é aproximarmo-nos e mantermo-nos próximos.
É-nos sempre mais fácil cuidar de quem não está próximo... tudo se passa como se não tivéssemos obrigação alguma de conquistar e cuidar dos que vivem mesmo aqui, connosco. Como se a nossa família fosse um dado consumado, adquirido e arrumado. Somos capazes de investir horas a animar uma amizade longínqua, ao mesmo tempo que nos saturamos com uma simples pergunta, ou gesto de ternura daquela pessoa com quem estamos todos os dias... No polo oposto, encontramos relações que se anulam quando estreitam demasiado as distâncias, aniquilando as diferenças que eram a sua riqueza. É essencial que se reconheça ao outro o direito e o dever de ser quem é, de forma independente e autêntica, sem que ninguém nisso interfira. Não gostamos mesmo nada dos profetas da nossa terra... não é nada fácil nem comum admitirmos que aquela pessoa que está ali, connosco, a cada dia é, na verdade, muito melhor do que nos habituámos a julgá-la. Como se o reco…

Um grande obrigada, China ;-)

Os 3 P's de um missionário: Pouco, Pequeno, Possível.
Os meus demónios
tratam-me pelo nome.
Os meus demónios
são legião e não desertam.
Os meus demónios
obedecem a todas as ordens
e a nenhuma vontade.
Os meus demónios
começaram por ser meus
por afinidade e agora
são parentes de sangue.
Os meus demónios
é que escrevem os poemas.

Pedro Mexia