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Coisas que têm quereres




Where’s somewhere I can cross the sea
In a land that’s lost and free
With my darling close to me
At least where I’m supposed to be.(someday)

Yeah somewhere on the ocean breeze
And around the swinging trees
You’re the only one for me
That is where I long to be.

Somedaaay..

You’re somewhere out upon the beach
Out of range and out of reach
With the truest love of mine
Underneath the bluest sky.

Yeah far away from any time
We’ll watch the lazy sun go down
With my sweetheart I lay down
That is where I will be found.

Someday

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Máscaras D’Orfeu

Finjo Finjo tanto
Que até a pensar finjo que penso Finjo tanto, que fujo em cavalos de fumo
Num galope de gazela de vento, com olhos de lua
E lágrimas húmidas de mundos tristes
Só para imitar beleza de imagens que nunca tive (momento doce nesta tempestade subterrânea) Agora...
Agora a infância já me fica tão distante
Mas mesmo assim, continuo a vestir o bibe das riscas azuis
Com que me vou enlamear no pântano mais próximo
Para saborear o medo e a inocência
De quem é condenado por julgar estrelas
As pedras humilhadas desta rua que outrora me pertenceu Construo cidades de água e jardins transparentes
Onde planto flores de sono, que amo e possuo
Num acto único de metamorfose selvagem E finjo
E finjo a coragem que não tenho
No retrato mentiroso da moldura onde me exibem
Com o sorriso irónico da punhalada traiçoeira (Futuro génio da família… dizem eles) Promoção gratuita na condição de nunca ser eu
Mas sim, o cadáver ambulante da sua vontade Querem-me vestido de carne à sua semelhança!
Na…